Simpósio de Música

MÚSICA & ADORAÇÃO

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Simpósio (em grego: συμπόσιον, transl. sympósion) é um termo que se referia, na Grécia antiga, a uma festa onde se bebia (o verbo grego sympotein significa “beber junto”), geralmente realizada depois de um banquete e durante a qual eram travados diálogos e conversas intelectuais, enquanto escravos ou empregados faziam apresentações de música e dança.

Atualmente o termo é usado para conferências ou um estilo de aula, que segue um formato abertamente discursivo e não o formato tradicional de uma palestra ou perguntas e respostas.

O Simpósio de Música Arte e Júbilo é um evento que o Conselho de Hinologia, Hinódia e Música da IPB realiza com o objetivo de fornecer auxílio às igrejas, com a ministração de palestras e cursos breves (dois períodos – manhã e tarde) a fim de aperfeiçoar a música na igreja local. A visão do CHHM é de que a música deve ser executada com excelência bíblica e técnica, não descaracterizando o culto reformado e seguindo nossos símbolos de fé. Também objetivamos despertar jovens para o canto coral, além do natural interesse em música contemporânea (popular).

Neste formato de simpósio, abre-se a oportunidade para exposição de idéias, pensamentos, tendências e gostos pessoais relacionados ao ministério da música na IPB à luz da Palavra de Deus sob a ótica reformada.

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PÚBLICO ALVO:

Todos os envolvidos no serviço da música dentro da igreja (instrumentistas, cantores e regentes) em todos os setores; pastores e oficiais; todos os demais interessados que adoram a Deus por meio da música.

TEMAS DAS PALESTRAS:

  • O Músico como Adorador – A espiritualidade do ministro de música;
  • Efeitos e Funções da Música no contexto do Culto ReformadoImpressão e Expressão / Prescrição e Intenção;
  • O Coral na Igreja: Suas funções dentro do culto, no amadurecimento da vida cristã dos participantes; O Coral como agente evangelizador;
  • Voz de Canto – O Louvor com Arte (ministrada para os cantores).

OFICINAS PRÁTICAS:

  • Oficina de Instrumentos (para os Instrumentistas dos grupos musicais, com os seguintes enfoques: Formação das bandas, Funcionalidade dos instrumentos, Harmonia instrumental, aulas práticas);
  • Coral e Coral Jovem;
  • Técnica Vocal (individual ou Coral);
  • Técnica Vocal para os Grupos Musicais.
  • Regência Coral
  • Oficina de Sonorização (Treinamento de Áudio para as Igrejas, com os enfoques: O som na Igreja, Sistema Básico de sonorização, equipamentos, a mesa de som, ajustes de ganho e mixagem, equalização, o uso do microfone, exercícios práticos)
  • Hinário Novo Cântico de Roupa Nova (Novos arranjos para os Hinos do Hinário Presbiteriano Novo Cântico)
  • Oficina de Composição (Dicas poéticas, de harmonia e de melodia para as canções congregacionais)
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FÓRUM TIRA-TEIMA:

As questões abaixo geralmente são levantadas nos fóruns e também abordadas nas palestras. O CHHM não impõe nada, mas procura fornecer orientação sempre dentro da teologia reformada da IPB:

1 – Qual a diferença entre Hino, Cântico, “Louvor”, Gospel, Cântico Congregacional, …?

2 – Existe um estilo, ou ritmo de música adequada/inadequada para o culto (dentro da ótica reformada)?

3 – O que é a “ministração” do grupo musical, durante o “momento de louvor” no culto? É algo próprio/impróprio?

4 – O que é ter “unção” para tocar/cantar?

5 – O volume de som é termômetro da “unção” do louvor?

6 – Existe realmente diferença entre cantar no “Grupo de Louvor” ou no Coral, meditando à luz do Hino “Um só rebanho” (uma só voz, uma só fé, um só Senhor…)? Qual a diferença?

7 – Qual a real necessidade de preparo técnico/musical para atuar no ministério de música da igreja? Deus não olha somente o coração?

8 – E o preparo espiritual, é realmente necessário para participar do ministério de música? Que tipo de preparo? Um novo convertido pode atuar nos cultos, dentro do ministério de música?

9 – Qual o papel do Coral no Culto? E na Igreja? E na Comunidade?

10 – Qual o papel do Conjunto Musical/Grupo de Louvor/Grupo de Cânticos/Equipe de Louvor no culto? E na Igreja? E na Comunidade?

11 – E a bateria no culto, bênção ou “maldição”? Como pode ser bênção? Porque incomoda alguns?

12 – Há espaço para dança dentro do culto? Bater palmas?

13 – Cantar com ou sem microfone? Tocar com ou sem amplificação? Quanto volume de som realmente a igreja precisa? E se um dia houvesse “apagão”, como os grupos musicais agiriam? Acabaria o culto?

14 – E quanto à aparência pessoal? Há um código de vestuário adequado à atuação no ministério de música?

OBS.: Os responsáveis devem especificar o tipo de trabalho que a sua região mais necessita, para que os temas possam ser definidos.

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EXEMPLO DE PROGRAMAÇÃO:

Sábado

8:30 – Palestra 1
9:30 – Oficinas Práticas – parte 1
12:00 – Almoço
13:30 – Palestra 2
14:30 – Cafezinho
14:45 – Oficinas – parte 2
16:30 – Fórum “tira-teima
17:30 – Devocional de Encerramento
18:30 – Lanche e despedida

OBS.: Conforme a possibilidade do Presbitério ou Sínodo a ser atendido, o Simpósio pode também iniciar na sexta-feira às 20:00 horas com devocional de abertura e Palestra.

LOGÍSTICA

Palestras: Sala com data-show e microfone (pode ser no local de culto);

Oficinas Práticas:

Oficina de Instrumentos: Local onde se possa plugar as guitarras, baixos, teclados, etc., com os respectivos amplificadores (normalmente isso é feito no próprio local do culto, devido à mesa de som); estante para partituras.

Oficina de Voz (Coral, técnica vocal, coral jovem): Local amplo e bem ventilado com cadeiras; piano ou teclado com amplificador; 2 estantes de partituras. Deve-se ter em mente que as oficinas de voz normalmente são as que reúnem o maior número de pessoas.

OFICINA DE SONORIZAÇÃO: Destinado não somente aos responsáveis pela mesa de som nos cultos, mas também a todos os envolvidos no ministério de música que utilizam os microfones.

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PRELETORES:

Adriana Heringer Gomes (SP): Membro titular do CHHM, pianista, violista, ministra de música na Igreja Presbiteriana Paulistana, mestre em teologia pelo Biblical Theological Seminary (Philadelphia, USA), – Oficina de Grupos Musicais e palestras.

Cadu Aranha (SP): Formado em Produção Musical, cursou IAV e trabalha profissionalmente com áudio. Experiência em shows de bandas como Paralamas do Sucesso, Titãs, Erasmo Carlos, Ed Motta; responsável pelo som na IP Unida e na IP Pinheiros, em São Paulo.

Rev. Claudio Roberto Cardozo (SP): Membro titular do CHHM, pianista, regente, compositor e arranjador – Oficina de Grupos Musicais, Regência e Palestras.

Rev. Edson Borges (DF): Membro Titular do CHHM, pianista, regente – Oficina Coral, Piano, Oficina de Hinos Tradicionais do Hinário Novo Cântico Regência e palestras.

Rev. Heleno Montenegro Filho (RR): Membro Titular do CHHM, pastor na Primeira Igreja Presbiteriana de Roraima, Mestre em Teologia pelo CPAJ e violonista clássico – Oficina de violão e palestras.

Rev. Índio Mesquita (GO): Membro suplente do CHHM, cantor, compositor, – oficina de Grupos Musicais e palestras.

Rev. Jairo de Souza Santos Junior (GO): Membro titular do CHHM, Professor do Seminário Presbiteriano Brasil Central, pianista, regente – Oficinas de Grupos Musicais, Piano, Coral e palestras.

Laura Aimbiré (SP): Membro titular do CHHM, bacharel em Canto Erudito, curso de pós graduação em Ópera pelo Royal Northern College of Music (Manchester, UK), regente do Coral da IPCAMP, professora de canto erudito e Coral na Faculdade Mozarteum de SP – Oficina de técnica vocal, Coral e Palestras.

Rev. Marcelino Ranuzzi da Silva (MG): Membro suplente do CHHM, Pastor IP Itatiaia em Belo Horizonte – MG, pianista, violonista, violinista, regente, Oficina de Hinos Tradicionais do Hinário Novo Cântico e palestras.

Miriã Brasileiro Silva (PR): Membro titular do CHHM, regente do coral da IP Hauer e ministra de música; ministra aulas e cursos de regência por todo o Brasil – Oficina Coral, Regência e Técnica vocal.

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OBSERVAÇÕES IMPORTANTES:

  • Os responsáveis deverão providenciar de antemão cópias das partituras que serão trabalhadas nas oficinas, previamente enviadas pelo CHHM;
  • Os participantes das oficinas de instrumentos devem ser orientados para trazerem seus instrumentos com respectivos amplificadores, cabos, etc. e suas estantes de partituras;
  • Deve-se considerar a questão acústica dos locais das oficinas práticas, para que não haja conflito entre o som produzido nas mesmas.
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Alimentação dos participantes:

  • Almoço comunitário fornecido pela igreja local (ideal). Caso não seja possível deve-se indicar restaurantes nas proximidades do local;
  • Água, café, biscoitos, frutas para os breves intervalos entre as palestras e oficinas;
  • Lanche (ou café) final.

OBS.: No ato da inscrição, pode-se cobrar taxa para almoço e lanches.

 

DIVULGAÇÃO:

Utilizar todos os meios de divulgação: Internet, boletins, cartazes, avisos nos púlpitos, com informações detalhadas sobre a natureza do evento, os temas abordados e os currículos dos palestrantes. A divulgação deve ser constante e sistemática, para incentivar o maior número de pessoas possível a comparecer.

CUSTOS:

A igreja que recebe o Simpósio colabora com:

  • Local (despesas de luz, água e limpeza).
  • Lanche, café, água para os participantes;
  • Almoço (quando possível) para os participantes;
  • Cópias das partituras musicais para os participantes

 

OBS.: Transporte, hospedagem e alimentação da equipe palestrante fica ao encargo do CHHM.

Os organizadores devem orientar os participantes a fazerem suas inscrições com antecedência para que os certificados de participação possam ser providenciados.

As oficinas constantes na ficha de inscrição devem ser ajustadas de acordo com a demanda de cada Simpósio. Não são todos os Simpósios que oferecem a Oficina de Regência, ou do Hinário Novo Cântico, de Composição ou de Sonorização.

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